A série “Mulheres do Balonismo” vai contar hoje um pouquinho da história da piloto mais jovem do Brasil e moradora de Torres, Giulia da Luz. Confira:

Balonismo, um amor de família

O balonismo entrou na nossa família antes mesmo do meu nascimento. Meu pai Giovani e minha mãe Sandra participaram desde o 1° festival levando minha irmã Giovana. No ano 2000 com apenas 26 dias de vida eu já estava no meio dos balões. Desde então a cada ano que passava eu crescia e junto comigo essa paixão inexplicável pelo balonismo.

O primeiro voo e a decisão de se tornar piloto

Com 6 anos voei pela primeira vez e senti o que só quem voa sente, a partir daquele momento quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescer eu respondia “piloto de balão”.

Em busca do sonho

Eu e meu pai começamos a fazer equipe em todos festivais pra ir atrás desse sonho. Nesse meio tive a oportunidade de voar com muitos pilotos durante esses anos. Mas vale ressaltar nessa lista o piloto Mauro Chemin, quem me ajudou na formação como piloto. Foram alguns meses na busca do tão sonhado breve, algumas idas até o Paraná para as aulas e então a concretização em maio do ano passado.

Realizada com o Balonismo

Hoje ainda em busca dos meus objetivos no balonismo, posso dizer que me sinto realizada por todos momentos que me proporciona, sendo como equipe ou piloto a emoção de viver o balonismo é insubstituível na minha vida.

Comentários

comentários